7 erros comuns na migração para a nuvem! Saiba mais!

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Muitas empresas estão escolhendo a migração para a nuvem como forma de tornarem-se mais eficazes e competitivas. Essa escolha dá ao empreendimento a capacidade de prestar serviços em mais locais, reduzir custos e ter vantagens como uma infraestrutura mais escalável. Porém, há uma série de erros que devem ser evitados quando o negócio realiza um investimento em ferramentas de cloud computing.

Quer saber quais são os mais comuns? Então veja abaixo os 7 erros mais comuns ao fazer migração para a nuvem!

1. Não planejar todas as etapas da migração para a nuvem

A migração para uma nova tecnologia é um processo complexo. Normalmente, muitas pessoas estão envolvidas (tanto do lado do usuário quanto do lado operacional) e o número de etapas é elevado. E para evitar erros, o planejamento prévio é crucial.

Faça uma avaliação sobre como cada etapa deverá ser executada. Combine horários, datas e metas com todos os envolvidos. Além disso, sempre avalie o resultado das medidas tomadas após o término de cada ciclo de atividades.

A companhia também deve estar atenta sempre aos prazos e indicadores de desempenho definidos. Eles auxiliam o gestor a ter uma melhor noção sobre como (e quando) cada rotina deverá ser executada, assim como o resultado esperado. Dessa forma, a escolha de metodologias e formas de trabalho será mais precisa e eficaz.

2. Ignorar questões de privacidade e segurança digital

Ao longo dos últimos anos, a segurança digital tornou-se uma das maiores preocupações de gestores de TI. Atualmente, não basta apenas garantir que toda a infraestrutura trabalhe com alta performance e disponibilidade. Também é necessário fornecer serviços de TI íntegros e confiáveis.

Antes de migrar para a nuvem, verifique se o serviço escolhido possui boas opções de segurança para o usuário. Identifique quais são os controles fornecidos, como o fornecedor de serviços trabalha aspectos como as rotinas de backup e quais são as políticas internas do empreendimento.




As políticas internas de segurança digital também devem ser revistas. Identifique como a nova ferramenta afetará a infraestrutura de TI interna e molde as normas de segurança corporativa para lidarem com as novas vulnerabilidades e pontos de acesso. Isso evitará que as soluções de cloud computing torne-se um fator de risco para o negócio.

Além disto, hospedar em infraestrutura de nuvem no exterior pode acarretar inúmeras divergências relativas à políticas de privacidade e governamentais. Por isto tenha atenção redobrada para que informações de seu negócio não sejam compartilhadas ou violadas por situações de políticas governamentais de segurança ou questões de privacidade corporativa.

3. Não verificar os custos relacionados a impostos internacionais

As novas regras tributárias do Brasil elevaram os custos para que empresas contratassem serviços de cloud computing hospedados no exterior. Diante disso, é importante que o gestor esteja atento aos gastos relacionados a essa escolha, que até então era uma das mais populares do mercado. Antes de fazer sua migração para a nuvem, compare todos os gastos que estão envolvidos entre um serviço nacional e internacional, evitando que a companhia faça a escolha de uma solução mais cara.

4. Não verificar os resultados da migração para a nuvem

Uma vez que a nuvem tenha sido implementada, faça uma avaliação dos resultados obtidos a médio e longo prazo. Identifique como a nova ferramenta afetou fatores como o custo operacional e o grau de produtividade da empresa. Isso permite que a empresa tenha uma noção exata sobre o retorno sobre o seu investimento e possa fazer mudanças para maximizá-lo, caso alguns problemas sejam encontrados. Ao fazer sua migração para a nuvem faça todas as análises necessárias para apurar o resultado da ação.

5. Não treinar times de TI

Para que a integração seja rápida e eficaz, a empresa deve estar atenta à necessidade de trabalhar lado a lado com profissionais de TI na realização de treinamentos que capacitem todos os times com um profundo conhecimento sobre os novos serviços. Cursos podem ser realizados para ensinar medidas básicas e avançadas de uso, métodos para solucionar problemas mais comuns e quais são as melhores maneiras de configurar os serviços.

Se possível, disponibilize uma documentação completa com todos os dados sobre as ferramentas adotadas. Isso será fundamental para que times como o de suporte ao usuário consigam sempre encontrar a melhor solução para os problemas internos do empreendimento ao utilizar a solução escolhida. Assim, falhas causarão um impacto menor no dia a dia de cada área.

6.  Fazer um mal dimensionamento dos recursos contratados

Uma das vantagens da computação na nuvem é a possibilidade de moldar os recursos contratados de acordo com as necessidades do negócio. Empresas de diferentes setores podem configurar os serviços conforme a sua demanda interna, garantindo que todos os profissionais sempre tenham a quantidade de memória, espaço de armazenamento e poder de processamentos necessários para atuar de maneira estratégica.




Nesse sentido, ao fazer a migração para a nuvem, a companhia deve fazer uma avaliação prévia de quantos recursos são necessários para que o serviço seja planejamento integrado ao ambiente interno. Fazer essa avaliação previamente (sem ter que esperar o momento em que as aplicações já estiverem moldadas dentro do ambiente corporativo) diminui o tempo necessário para que a tecnologia seja totalmente integrada ao ambiente de trabalho. Os ajustes serão menores e, com isso, o retorno obtido com o investimento será mais rápido.

Além disto, analise a possibilidade uma migração gradual, nem todos os sistemas precisam de migração para a nuvem de uma só vez, você pode começar com determinado sistema, e fazer a migração para a nuvem em ondas, reduzindo o impacto em sua área de TI.

7.  Escolher uma ferramenta que não está alinhada com as necessidades da empresa

Para saber quantos recursos devem ser contratados, a empresa precisa, primeiro, conhecer quais as aplicações são úteis para as necessidades do negócio. Faça uma avaliação das metas e dificuldades enfrentadas continuamente por área. Isso permitirá que a empresa faça um investimento inteligente e capaz de causar um grande impacto positivo no dia a dia de cada setor.

Se a companhia precisa de um meio para compartilhar arquivos com mais agilidade e segurança, por exemplo, o cloud storage é a escolha ideal. Já nos casos em que há a necessidade de reduzir custos com o licenciamento de software, o investimento no software como serviço ou mesmo locação de licença de software em solução de Data Center Virtual podem ser a melhor escolha, por fornecer uma boa opção para gerir licenças de software sem desperdício de recursos financeiros.

Evitando erros na migração para a nuvem, a companhia poderá aproveitar todos os benefícios dessa tecnologia. Além disso, o tempo necessário para profissionais adaptarem-se às novas ferramentas cai, o que resulta em uma rotina mais inteligente e um retorno sobre o investimento maior.

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