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28 de março de 2019

Ainda vale a pena sua empresa investir na compra de hardware?

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Tempo de leitura: 9 minutos

Seu hardware está ficando obsoleto e precisa de um upgrade? Ou já atingiu o limite da sua vida útil e precisa urgentemente ser substituído? Então você está agora na mesma posição de milhares de outros gestores, que, assim como você, estão se perguntando se ainda vale a pena investir na compra de hardware.

Com a consolidação e adoção cada vez maior das soluções cloud, essa pergunta tem se tornado cada vez mais frequente. Além disso, os benefícios prometidos pela premissa da infraestrutura como serviço (Infrastructure as a Service – IaaS) têm levado cada vez mais gestores a considerar uma migração ao invés de adquirir novos equipamentos.

Neste artigo, tentamos encontrar uma resposta para esta questão analisando as diferenças entre o investimento na compra de hardware e na contratação de soluções IaaS. Acompanhe e descubra qual das duas opções é a melhor para sua empresa!

Precificação

O preço é sempre uma das primeiras questões a serem avaliadas no momento de um investimento. E aqui temos modelos de precificação completamente distintos um do outro a serem analisados.

O Hardware possui uma etiqueta com preço fixo. É um bem que você paga e ele passa a ser seu. Esse preço é sempre elevado, passando fácil dos 30 mil reais no caso de um servidor mais atual. O que o torna um investimento bastante complicado para pequenas e até médias empresas.

Mas além do preço do hardware em si, ainda é preciso somar os gastos com frete, seguro e, em alguns casos, garantia. O que eleva ainda mais o seu custo, tornando-o ainda mais impeditivo para boa parte das companhias.

Outro detalhe importante, é que para oferecer uma solução redundante, muitas vezes você precisa comprar 2 servidores. Pois, em caso de falha em um servidor, o outro assuma os serviços que não podem parar na empresa.

Já a nuvem possui um modelo de precificação completamente diferente. Ao contratar um serviço na cloud, por exemplo, um Data center virtual, você não está adquirindo um bem, e sim, pagando por um serviço que será prestado.

Pelo Data center virtual ou por qualquer outro produto de infraestrutura como serviço, ao invés de um preço fixo, você paga uma assinatura, correspondente aos recursos que a sua empresa precisa no momento da contratação.




Esse modelo de cobrança “pague pelo que usar” elimina alguns problemas existentes na compra de hardware. Por exemplo, é comum que servidores com mais recursos do que o normalmente necessário seja comprado apenas para que a empresa consiga suprir aumentos esporádicos na demanda.

Instalação

Os custos com a compra de hardware não acabam quando o preço na etiqueta é pago e os equipamentos chegam na empresa. Na verdade, esse é só o começo de uma longa jornada de gastos, que tem como próxima etapa a instalação das máquinas no espaço físico disponível na companhia.

E nessa etapa, mesmo no caso de poucos equipamentos a serem instalados, os custos são altos. Primeiramente, a depender do upgrade a ser feito, toda a estrutura de TI interna precisa ser modificada. Espaço a ser alocado, rack de servidor, refrigeração, cabeamento, tudo precisa ser modificado para dar suporte aos novos equipamentos.

Depois, vem a parte de implantação e configuração das máquinas e sistemas. O que também pode exigir a compra ou upgrade para softwares compatíveis.

Tudo isso exige o trabalho de uma equipe especializada. Trabalho este que precisará ser terceirizado caso a sua empresa não possua essa equipe disponível, gerando ainda mais gastos.

Na nuvem, nada disso é necessário. Pois depois de contratado o serviço de infraestrutura, basta alguns cliques para configurar e deixar tudo pronto para uso. No nosso produto Data Center Virtual, por exemplo, a configuração de um novo servidor leva apenas 6 minutos, podendo ser feito por você mesmo enquanto toma um cafezinho.

E, obviamente, não há a necessidade de alocar espaço físico na empresa contratando infraestrutura como serviço. Pois tudo fica alocado na infraestrutura da empresa que vai prestar o serviço; sem ser necessário mudar nada de lugar.

Manutenção

E, por estarem alocados na infraestrutura de uma outra companhia, praticamente não há gastos com manutenção se a sua empresa investe na contratação de infraestrutura como serviço. Isso porque, em caso de qualquer falha, incidente ou defeito no hardware, a responsabilidade é total da prestadora do serviço.

Ela, inclusive, conta com uma equipe de alto nível pronta para agir 24/7 em caso de imprevisto. O que também significa que, mesmo se o seu sistema cair por causa de um problema, o que é raro, ele estará de volta online em pouco tempo. Ao contrário do que aconteceria com o hardware alocado internamente.

Dessa forma, tudo que você precisa para manter o serviço contratado na nuvem, é de profissionais especializados e experientes para poder lidar com as coisas do seu lado.

Porém, se a sua empresa decide investir na compra de hardware, as coisas ficam bem diferentes. Primeiramente, você precisa de uma equipe dedicada a cuidar dos equipamentos. O que significa ter que tirar colaboradores de áreas mais importantes para realizar um backup ou resolver um imprevisto simples.




E em caso de qualquer problema com as máquinas, a responsabilidade é completamente sua. Se uma peça der defeito, por exemplo, a depender da cobertura da garantia do equipamento, você é quem precisa repô-la.

Isso significa ter a difícil missão de encontrá-la disponível para compra, em qualquer lugar do mundo; comprá-la, por um preço, na maioria das vezes, nada baixo; e aguardar até que ela chegue na empresa, o que pode levar dias ou semanas dependendo de onde você comprar.

Retorno do investimento (ROI)

Por fim, para descobrirmos se ainda vale a pena sua empresa investir na compra de hardware, vamos usar o famoso ROI para analisar as duas opções exploradas até aqui. O ROI, caso você ainda não conheça, é um indicador utilizado para se entender quanto dinheiro está sendo ganho – ou perdido – em determinado investimento.

Ele leva em conta todos os custos que a empresa teve para viabilizar um investimento e todos os benefícios que essa aplicação trouxe. No caso da compra de hardware, por exemplo, temos como “custo” todos os gastos citados durante o texto: compra, mão de obra especializada, tempo de implantação, gastos com suporte técnico, manutenção, etc.

Todos esse gastos somados formam o custo total do investimento na compra de hardware, que, como vimos, é bastante alto. Tão alto que, na maioria das vezes, quando ele é colocado na balança do ROI juntamente com os ganhos totais obtidos, o investimento acaba se mostrando desvantajoso, trazendo mais prejuízo do que benefícios ou ganhos mínimos, quase indiferentes.

Com a infraestrutura como serviço, temos o contrário. Pois como vimos ao longo do artigo, a contratação de uma infraestrutura na nuvem é bem menos custosa do que a compra de hardware, enquanto seus benefícios envolvem a redução de gastos, maior produtividade e agilidade, inovação, acesso à tecnologia de ponta e mais uma série de ganhos que não acontecem com a aquisição de novos equipamentos.

Conclusão

Por isso, a menos que o caso da sua empresa seja bastante específico, podemos concluir que a migração para a nuvem pode ser uma opção muito mais vantajosa ao investimento na compra de hardware. Mas obviamente que cada caso é um caso e é importante que você e a sua equipe de TI realizem o cálculo do ROI levando em conta as características próprias do seu negócio antes de tomar uma decisão.

Se quiser entender melhor o que é o ROI e como calculá-lo, nós temos um artigo completamente dedicado a ele. E em caso de dúvidas sobre uma possível migração para a nuvem, entre em contato com a nossa equipe especializada. Teremos prazer em ajudá-lo!

 
  

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