Entenda sobre a replicação de dados em pequenas empresas

Entenda sobre a replicação de dados em pequenas empresas

O mercado atual exige de pequenas e médias empresas a capacidade de se manterem com um nível de disponibilidade elevado, e nem sempre replicação de dados é uma opção.

Negócios que não são capazes de executar rotinas continuamente podem perder oportunidades de vendas, ter a sua competitividade prejudicada e, além disso, enfrentar problemas como atrasos e diminuições nos seus indicadores de produtividade. Para evitar que isso ocorra, a replicação de dados é uma das melhores ferramentas para o ambiente corporativo.

Com ela, a empresa garante que os seus serviços continuem acessíveis sempre que uma falha ocorrer. Dessa forma, a companhia evita quedas de produtividade enquanto o time de TI trabalha para que os serviços sejam retomados o mais rápido possível, mantendo o papel estratégico da tecnologia no ambiente corporativo.

Quer saber mais sobre o tema e como essa ferramenta pode impactar na sua empresa? Continue a leitura deste post!

O que é a replicação de dados no ambiente corporativo?

A replicação de dados é um processo em que as informações de uma infraestrutura são replicadas para um ambiente com as mesmas configurações do ambiente de origem. Em outras palavras, essa solução permite ao negócio ter uma cópia ativa e operacional de todas as suas ferramentas sempre que uma falha ocorrer.

A replicação de dados pode ser executada em vários perfis de negócio. Ela traz mais segurança para a empresa, uma vez que as falhas de TI não conseguirão interromper a execução de atividades ou rotinas diretamente conectadas ao core business. Pelo contrário: a companhia terá um ambiente preparado para ser ativado quando necessário.

Como a replicação de dados pode beneficiar o seu negócio?

A replicação de dados consegue reduzir a praticamente zero as chances de uma empresa ter problemas de disponibilidade de seus serviços. Com a queda do chamado, downtime, a companhia mantém a sua competitividade com mais segurança para as suas rotinas. Entre as principais vantagens desse tipo de ferramenta, podemos destacar:

Maior capacidade de continuar as operações

Replicando dados, a empresa garante que terá uma alta capacidade de manter as suas rotinas sendo executadas, mesmo quando falhas ocorrerem. Ao criar múltiplas instâncias com os dados de seus sistemas mais importantes, o negócio amplia a confiabilidade da sua infraestrutura.


Esse nível de confiabilidade é muito maior quanto comparado, por exemplo, com processos de backup de dados na nuvem. Como o backup envolve apenas alguns arquivos e é feito em intervalos regulares, ele nem sempre consegue garantir que a empresa retorne aos seus processos rapidamente se algo ocorrer.

Redução de riscos

A redução de riscos é uma das maiores preocupações de gestores de TI. Conforme a tecnologia é integrada ao ambiente operacional de empresas, a necessidade de manter a infraestrutura com alto nível de disponibilidade se torna algo fundamental. E nesse cenário, as melhores estratégias são aquelas que trabalham com a redução do número de fatores que possam comprometer a segurança interna.

Assim, a replicação de dados evita que a organização tenha um longo período de downtime, após uma falha na sua infraestrutura de TI. No momento em que uma falha ocorrer, o gestor de TI poderá acionar uma nova instância para que a área afetada possa manter as suas rotinas. Desse modo, o time de TI pode trabalhar na eliminação do problema localmente sem que as atividades do negócio sejam interrompidas.

Custo benefício elevado

A replicação local dos dados pode exigir um grande investimento. Para que esse processo seja feito por meio desse modelo, a companhia deve recriar toda a sua infraestrutura de TI, algo que, no caso das pequenas e médias empresas, muitas vezes pode ter um custo proibitivo.

Mas com o apoio da replicação de dados na nuvem, esse investimento é muito menor. A companhia pode criar, em poucos cliques, uma infraestrutura semelhante à sua infraestrutura interna, sem que os gastos iniciais sejam altos. Dessa forma, a empresa pode se proteger com mais eficácia e ter um melhor direcionamento de recursos financeiros.

As diferenças entre os métodos ativo-passivo e ativo-ativo

A replicação de dados pode ser executada de duas maneiras. Conhecer as diferenças entre os métodos é crucial para que o gestor de TI faça uma escolha que esteja alinhada com o perfil e às necessidades do negócio. Veja como ambas são estruturadas:

Método ativo-ativo

Esse é o tipo de replicação de dados em que as informações são sincronizadas entre a infraestrutura de TI e o ambiente de dados, quando alterações são detectadas.
Esse formato é conhecido por ser mais seguro, uma vez que a empresa tem a garantia de que todos os seus sistemas estarão disponíveis, automaticamente, no momento em que uma falha ocorrer. E como não há delays no processo de troca do ambiente de trabalho, o impacto causado por um problema será o menor possível.

Método ativo-passivo

No método ativo-passivo, a replicação de dados não é feita automaticamente. Nesse caso, eles são enviados em intervalos configurados conforme a necessidade da empresa, mas que, em geral, não são contínuos.
Portanto, o tempo necessário para retomar as atividades após um problema pode ser maior quando comparamos com a replicação ativo-ativo.

Principais desafios ao investir na replicação de dados

A replicação de dados pode trazer uma série de desafios para o negócio. Um dos principais está relacionado com a infraestrutura de rede.

Uma vez que esse serviço depende de uma boa conexão para envio e recebimento de dados com qualidade, é crucial que a empresa tenha uma infraestrutura que consiga lidar com o aumento do fluxo de dados, sem que isso comprometa a conexão de todos os usuários.

Também é importante que a conexão de rede da empresa seja estável e tenha alto nível de disponibilidade. Dessa forma, a companhia não terá problemas para acessar a infraestrutura replicada quando falhas ocorrerem.


Os riscos de segurança não devem ser ignorados. É importante, portanto, que o gestor de TI esteja preparado para evitar que a nova ferramenta comprometa a integridade da infraestrutura da empresa.

Controles de acesso devem ser replicados ou modificados, evitando que os usuários tenham acesso a recursos críticos. Também é necessário monitorar os arquivos replicados, evitando que ocorra o acesso não autorizado a tais recursos.

Da mesma forma, testes devem ser realizados para garantir a integridade das informações e, com isso, diminuir os riscos de um arquivo replicado estar corrompido quando a empresa precisar dele.

Evitando riscos e adotando uma visão preventiva, a empresa consegue eliminar uma série de problemas que podem surgir, caso a replicação de dados não seja feita da melhor maneira possível.

Com isso, a companhia maximiza o seu retorno sobre o investimento e consegue ampliar com segurança a integridade da sua infraestrutura e a capacidade de se manter operacional quando as falhas ocorrerem.

Se você quer saber outras formas de efetuar a replicação de dados com segurança, entre em contato com um de nossos consultores!

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